Partidos pressionam Senado a investigar ACM
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quinta-feira, 01 de maio de 2003
Agência Estado 
Salvador- A rejeição pela Mesa Diretora do Senado da proposta de abertura de processo de cassação do senador Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA) não reduz as divergências entre os aliados e adversários do senador na Bahia. Os partidos de oposição fecharam uma ''agenda'' de mobilização para pressionar o Senado a prosseguir com o processo de cassação recomendado pelo Conselho de Ética da Casa. Enquanto isso, o governo estadual, controlado pelo PFL, quer processar os manifestantes que picharam o Memorial Luiz Eduardo Magalhães com frases ofensivas ao senador.
Reunidos anteontem à noite na Assembléia Legislativa, o presidente regional do PT, deputado federal Josias Gomes; do PSB, Domingos Leonelli; do PSDB, Nestor Duarte; do PC do B, deputada federal Alice Portugal (BA); além de deputados estaduais do PT, PPS, PDT, PSDB, PC do B, PSB e PMDB decidiram que, a partir da próxima semana, recomeçam a pressão contra o senador baiano.
O grupo vai a Brasília para conversar com integrantes da mesa do Senado. Além disso, eles pretendem divulgar uma nota pública em veículo de grande circulação nacional e vão promover ato público no próximo dia 16 em Salvador. Também será articulada uma reunião com o ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, para pedir que a Polícia Federal conclua as investigações sobre os grampos telefônicos.


