O Paraná tem apenas um representante na Câmara dos Deputados que vai presidir uma das 20 comissões permanentes da Casa, que têm mandato de um ano. O deputado federal paranaense Edmar Arruda (PSC) vai ser responsável pela Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara, que faz o acompanhamento contábil, orçamentário, operacional e patrimonial da União e de entidades da administração direta e indireta. A distribuição das presidências das comissões é baseada na regra da proporcionalidade partidária, e o critério para escolha dos nomes é definido por cada bloco ou partido.
Assim, o PT e o PMDB, partidos com as duas maiores bancadas desta legislatura, ficaram com três comissões cada um, incluindo as principais comissões da Câmara, como a Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (presidida por Ricardo Berzoini, do PT-SP); a Comissão de Finanças e Tributação (Antônio Andrade, do PMDB-MG); e a Comissão Mista do Orçamento (Paulo Pimente, do PT-RS). Minas Gerais e Rio de Janeiro são os estados com maior representação de parlamentares nas comissões permanentes, com três presidências cada um. O Partido Social Democrático (PSD), criado no ano passado e que conta com 47 deputados na Câmara, chegou a exigir os mesmos direitos das outras legendas na divisão e escolha das comissões, mas a presidência da Casa optou por manter a proporção que existia no início da atual legislatura.
Depois de organizar as presidências das comissões, o Congresso Nacional deve agilizar as votações. Entre as matérias próximas e mais aguardadas a que os deputados federais devem se dedicar estão o Código Florestal e a Lei Geral da Copa.

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