Para Pugliesi, é uma guerra política sem fim
O ex-prefeito Waldyr Pugliesi (PMDB) se diz vítima de retaliação política e manobra diversionista. Como eles (os adversários) sempre fizeram, estão aproveitando a proximidade das eleições para me acusar, já que possivelmente serei candidato. Eles fizeram um circo, ironiza.
Pugliesi (foto) assume que Arapongas vive uma guerra política sem fim. Essa relação de ódio existe aqui não sei por quê. Eu tenho dado demonstração de conciliação, argumenta. O sobrinho dele, Beto Pugliesi, perdeu as eleições municipais para Bisca e, passado quase um ano, o ex-prefeito ainda parece inconformado. Eles querem nos infernizar e nos destruir politicamente. Eu sempre estive no olho do furacão.
Pugliesi disse que não teve acesso ao resultado da auditoria. Não sei do que estou sendo acusado. Apesar disso, ele promete provar que todas as denúncias são infundadas. Até agora, todas as nossas contas foram aprovadas pelo Tribunal de Contas, alega. Ele reconhece que pode ter havido irregularidades em seu mandato, alegando ser impossível ter controle absoluto sobre quase dois mil funcionários.
Para ele, os números divulgados pela auditoria são irreais. Imagina falar em quase 5 milhões de reais de IPTU, quando a prefeitura não arrecada nem isso por ano, ironiza. Sobre sua candidatura em 98, ele ainda não decidiu se concorre a uma vaga na Câmara dos Deputados ou Assembléia Legislativa. (P.Z.)





