Para os estrategistas da campanha presidencial do PSDB, o candidato governista terá no mínimo 20% dos votos no primeiro turno, independentemente do escolhido. Julga-se esse porcentual um piso da popularidade do presidente e que é suficiente para levar o situacionismo ao segundo turno e, lá, bater quem quer que seja.
Já a opção de Lula por palanques múltiplos não é um ponto pacífico no PT, embora a tendência seja levá-la adiante. Em primeiro lugar, porque a direção da campanha deverá ser do Instituto Cidadania, controlado pelas tendências que apóiam Lula. Essa estratégia contraria as correntes radicais, que controlam mais de 40% das instâncias decisórias e que preferem ver Lula num palanque puro-sangue.

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