A Folha tentou contato com a vereadora, mas ela não foi localizada. O advogado da parlamentar, Israel Batista de Moura, classificou o assunto como ''boato'' e ressaltou que a defesa ainda não foi intimada a respeito. Por outro lado, o advogado destacou que a gravação ''só pode ser uma montagem'' e criticou o recebimento dela por parte da Promotoria. ''O MP está se utilizando de uma fita clandestina, que sequer vale como prova e que tem feito a vereadora passar por todo esse constrangimento. Deveriam pelo menos ter autorizado a gravação'', criticou.
Questionado sobre o número de assessores e os respectivos salários pagos no gabinete de Edith, o advogado da parlamentar resumiu: ''Não sei, nem tomei conhecimento ainda''.
De Curitiba, o diretor da Câmara de Maringá, Nereu Moura, declarou que só poderia se pronunciar sobre diligências internas sobre o assunto, no Legislativo, após retornar hoje da Capital. (J.G.)

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