Palocci anuncia mais nomes para transição
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quarta-feira, 06 de novembro de 2002
Agência Estado 
Brasília - O coordenador da equipe de transição do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, Antonio Palocci, anunciou ontem mais dez nomes da equipe. São eles: Maurício Borges, professor da Universidade Federal de Minas Gerais e secretário municipal de Planejamento de Belo Horizonte; Gilberto Siqueira, engenheiro civil, secretário de planejamento e coordenação do governo do Acre e diretor do programa de cooperação técnica ONU-Acre; Gilney Viana, professor da Universidade Federal do Mato Grosso e deputado estadual; Marcos Flora, vereador de Belo Horizonte e ex-chefe do gabinete da Prefeitura de BH; Ricardo Karam, assessor da Prefeitura de São Paulo, formado em Administração e Políticas Públicas e foi analista de pesquisas do INSS em Brasília; Arno Agustim, economista e secretário de Fazenda do Rio Grande do Sul; Tereza Campello, economista do Rio Grande do Sul; Ana Fonseca, assessora da Prefeitura de São Paulo e principal coordenadora do programa de governo do PT para a área social; José Augusto Valente, presidente do DER do Rio de Janeiro; Sewdenberg Barbosa, ex-secretário de governo do Distrito Federal na gestão de Cristóvam Buarque.
Com esses nomes mais os outros já divulgados na semana passada, a equipe de transição soma 17 técnicos. Segundo Palocci, faltam dois ou três nomes para formar o grupo principal. Palocci informou que a equipe de transição será dividida em cinco grupos para fazer um amplo diagnóstico a ser entregue ao presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) até o início de dezembro.
O primeiro grupo envolverá as áreas de Estado, incluindo Defesa, Justiça, Segurança Pública e assuntos relativos à Presidência da República. O segundo grupo cuidará das áreas econômica, de desenvolvimento e previdenciária. A área social será dividida educação e saúde e assistência social. O último grupo fará o diagnóstico das empresas públicas, com foco nos bancos e nas fontes de financiamento e fomento.
O cargo mais alto da equipe de transição é do coordenador-geral, Antônio Palocci, que pela MP (medida provisória) que regulamentou o assunto tem um salário mensal de R$ 8.000. Os ocupantes dos 14 cargos mais altos, terão salários que variam de R$ 7.500 e R$ 6.300. Depois dos cargos mais altos, os salários da equipe de transição variam de R$ 4.850 a R$ 1.220 por mês.


