Na tentativa de apresentar o plano de saúde de forma mais atraente ao funcionalismo, a mensagem do Palácio Iguaçu prevê adesão facultativa, ao contrário da Paraná Previdência que acabou sendo contestada por servidores na Justiça. O governo divulgou que os cofres públicos deverão injetar R$ 60 milhões por ano com o novo plano (R$ 5 milhões mensais).

O secretário da Administração, Ricardo Smijtink, está confiante em relação à adesão. Segundo ele, são 460 mil pessoas (entre funcionários, dependentes e aposentados), somente no Executivo, que podem aderir. ''Esperamos também que servidores do Legislativo e do Judiciário optem pelo plano'', completou ele. O Palácio Iguaçu espera adesão próxima a 70% do funcionalismo. A folha de pagamentos do Paraná relaciona 205 mil servidores, entre ativos, inativos e pensionistas.

A mensagem estabelece como teto máximo para o plano contribuição de 12% do salário, dependendo da faixa salarial, quantidade de dependentes e fator moderador. Um servidor casado, por exemplo, com salário de até R$ 600,00 vai pagar R$ 24,00 pelo plano para o casal. Com um filho, sobe para R$ 30,00. O plano cobre partos, transplantes de rim e córnea.

Para o presidente da Comissão de Saúde da Assembléia, Luiz Accorsi (PTB), o preço é atrativo em relação aos planos privados. Segundo informações da secretaria da Administração, 80% dos servidores ganham menos de dez salários mínimos. (M.D.)

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