Consultar os jornais paraguaios pela Internet, conversar com parentes e advogados, fazer exercícios físicos, dedicar-se a seu livro de memórias e degustar arroz com leite, uma típica comida paraguaia. Esta foi a rotina do ex-general paraguaio Lino Oviedo, no primeiro dia de prisão domiciliar em Brasília. Segundo seus advogados, Walter Costa Porto e Paulo Afonso Martins de Oliveira, Oviedo estava ‘‘muito bem e feliz’’. O ex-general conquistou na última quarta-feira autorização do Supremo Tribunal Federal (STF) para ser transferido do 3º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal para a residência de seu primo Roque de Oliveira, no Lago Sul, onde está sob vigilância policial.

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