Os advogados do general da reserva paraguaio Lino Oviedo encaminharam ontem uma ação ao STJ contra o ministro da Justiça, José Gregori, que, na semana passada, negou ao militar a condição de refugiado. Uma decisão favorável a Oviedo deveria livrá-lo de enfrentar o julgamento no STF de seu pedido de extradição feito pelo governo do Paraguai. Acusado de envolvimento no assassinato do ex-vice-presidente Luis Argaña, Oviedo está preso no Brasil desde junho de 2000. Até julho, ele ficou em um quartel da PM do Distrito Federal. De lá para cá, ele está em prisão domiciliar na casa de um primo, em Brasília.

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