O ex-general Lino Oviedo, líder do movimento político União Nacional de Colorados Éticos (Unace), acha que já é tempo de voltar ao Paraguai e tem elementos suficientes para provar sua inocência das acusações contra ele. A afirmação é do advogado dele, Carlos Galeano Perrone. O ex-general cumpre detenção domiciliar em Brasília à espera de uma decisão do Supremo Tribunal Federal sobre um pedido de extradição apresentado pelo governo paraguaio. Galeano disse que Oviedo tem estratégias que ainda mantém em segredo para se defender das acusações de ser autor intelectual do assassinato do vice-presidente Luis María Argaña e de um massacre de manifestantes na praça do Congresso em março de 1999.

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