Entre os que ainda não definiram a possível candidatura à eleição da Câmara estão Richa, Takahashi, Lenir de Assis (PT), Gerson Araújo (PSDB), Jamil Janene (PP) e Joaquim Donizete do Carmo, o Gaúcho Tamarrado (PDT).
Richa disse que antes da decisão pretende conversar com o governador Beto Richa (PSDB), seu primo. "É um cargo que exige muita experiência e gostaria de saber se ele me auxiliaria para que eu me sentisse mais seguro", comentou. Questionado sobre que tipo de apoio esperado do governador, o vereador comentou que possivelmente "com conselhos".
Apontado pelo colegas como "um nome forte", Takahashi diz que "pode ser que eu seja candidato". "Ainda há conversas para serem feitas. Vou definir na semana que vem." Janene afirma estar articulando. "Deixei meu nome à disposição, mas estamos tentando achar um nome de consenso."
Lenir afirmou que "até o momento, ainda não foi convidada para esse debate". "Se meu nome for colocado, eu teria disposição." Fala semelhante é de Gerson Araújo (PSDB), que ainda não decidiu sabe se pretende disputar a Presidência, cargo que já exerceu entre 2011 e 2012.

NÃO CANDIDATOS

Já Roberto Kanashiro (PSDB), Sandra Graça (SD), Fábio Testa (PPS), Tio Douglas (PTB), Roberto Fú (PDT), Júnior dos Santos Rosa (PSC) e Marcos Belinati (Pros) são categóricos em afirmar que não serão candidatos. Além deles, Rony também não é candidato, já que o Regimento Interno permite apenas uma reeleição e ele conclui o segundo mandato.

Tanto Kanashiro quanto Sandra criticaram a atual administração da Câmara e disseram que votariam em alguém com mais firmeza e abertura para discutir os problemas do Legislativo com todos os parlamentares.

Fábio Testa, líder do prefeito na Câmara, ao destacar que não é candidato, disse que se sentiria contemplado com a candidatura de "qualquer uma das três mulheres vereadoras". "Pela história delas de luta e ética, me sentiria contemplado".

REFORMA

Tanto vereadores candidatos quanto indecisos e não candidatos foram unânimes em afirmar que o prédio da Câmara, construído há cerca de 40 anos, precisa de reforma e ampliação. Um fundo criado em 2010 dispõe de pelo menos R$ 4,7 milhões. O fundo é abastecido com as "sobras" orçamentárias do Legislativo, recurso que, em vez de voltar para os cofres da prefeitura, é guardado para a construção de um anexo.(L.C.)

mockup