‘‘Não vi nenhum programa ainda, por pura falta de tempo. Até considero que o horário político é uma chance de o eleitor definir melhor o voto, mas o histórico do candidato que aparece na tela ou no rádio ainda é o fator que pesa mais na hora de decidir.’’
Sérgio Kasahara, 34,
analista de sistemas


‘‘Não vi os primeiros programas; na verdade, odeio horário político. Sempre que começa, prefiro colocar um CD para ouvir. São sempre os mesmos discursos, as mesmas propostas, o eleitor está cansado delas. Temos que prestar mais atenção ao que o candidato já fez do que o que ele fala.’’
Ana Luiza Vist, 38,
operadora de telemarketing


‘‘Para mim, esses programas são todos uma vergonha. Acho que é um tempo perdido, pois novamente vieram com promessas que a gente sabe que nunca vão cumprir; o discurso não mudou, teve até mensaleiro pedindo voto! Tem que definir é pelo histórico da pessoa, não tem jeito.’’
Manoel Barbosa Freire, 44, camelô


‘‘Achei tudo muito sem graça, ainda mais depois de tantos escândalos que aconteceram em Brasília ultimamente. Até mudou alguma coisa nos dicursos, mas está tudo muito frio - de qualquer forma, o histórico do candidato é a melhor maneira de escolher em quem votar.’’
Aparecida Matias, 53,
funcionária pública aposentada

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