''Sei que precisa haver negociação entre os servidores e o prefeito, mas os funcionários não deveriam parar totalmente o serviço: há locais em que as pessoas mal conseguem andar, com problemas de saúde, mas precisam buscar outro posto para conseguir remédio.''
Alessandra da Costa Dutra, 31, dona-de-casa, moradora no Jardim Belém


''Sou contra a paralisação, porque, pelo que sei, só uns 30% da Saúde, por exemplo, estão funcionando. Quando eu passo em frente ao posto do Novo Bandeirantes, há uma fila enorme esperando para ser atendida. Acho que, no atual momento do País, o servidor tinha que agradecer ter um salário.''
Márcio Fernandes Gonçalves, 32, gerente comercial na Vila Casoni


''Acredito que, se o prefeito prometeu na greve do ano passado negociar com os servidores, eles têm mais é que reivindicar que isso seja mesmo cumprido, porque, pelo jeito, não foi. Tudo depende de eles conversarem, juntos, e acharem o melhor caminho para resolver o impasse.''
Nilton Ferreira, 36, repositor de mercadoria, morador no Santa Mônica



''Se eu fosse funcionária pública, com certeza apoiaria a greve - pelo que sei, não é aumento de salário, mas reposição da inflação. Se tudo aumentou nesses cino anos, por que não o salário? Como iniciativa privada, acho que o prefeito tem que investir no funcionalismo - é investir no atendimento.''
Célia Mori, 47, gerente comercial, moradora no Parque Residencial Granville

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