Uma novidade nas viagens do presidente no ano que vem - se não na primeira, certamente nas seguintes - será o novíssimo avião presidencial, o Airbus Corporate Jetliner A-391, comprado por US$ 56.713.976,00 e que substitui o ''Sucatão''. Este será agora incorporado à Força Aérea, para outras missões.
Montado pelo consórcio europeu Airbus na Alemanha, o A-391 foi levado para acabamentos especiais nos Estados Unidos - e, embora essa tarefa já tenha sido concluída, em Dallas, ele só deve aterrissar em Brasília no final de janeiro, no máximo em fevereiro. O novo avião recebeu o prefixo FAB 2101 e tem as cores oficiais: a fuselagem é branca, com a inscrição FAB sobre uma barra azul. No leme traz uma faixa verde e amarela. Além das instalações presidenciais, ele tem capacidade para acomodar 40 pessoas em poltronas de classe executiva.
Segundo Patrick Altona, diretor da Associated Air Center, a empresa texana encarregada de implementar a arquitetura interna do A-391, o arranjo interno da nave ''é funcional e nobre, modular mas sem luxo algum''. Uma das características exigidas pelo Brasil na escolha do modelo, é sua capacidade de vôos de longo alcance sem escala para reabastecimento.
Visto por muita gente, e não só na oposição ao governo, como um gasto desnecessário - a maioria dos líderes políticos viaja quase sempre em aviões comerciais - o aparelho estará inteiramente quitado em março, quando vence a última parcela, de US$ 2,53 milhões.

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