Nova empresa de capina será conhecida na sexta
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quarta-feira, 11 de março de 2009
Fábio Cavazotti<br>Reportagem Local 
A Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) deve definir até amanhã a empresa que vai realizar o serviço de capina e roçagem em Londrina. Foram convidadas dez empresas para participar do processo emergencial que terá duração de 180 dias. Em razão do período eleitoral, é vedada a realização de licitação permanente.
Serão contratadas três empresas para atuar em três regiões - oeste/sul, centro/leste e norte. Na Zona Rural, o serviço é realizado por servidores do próprio município.
O preço total dos contratos é de R$ 330 mil - R$ 30 mil acima do que é pago hoje à Visatec. No entanto, de acordo com o diretor operacional da CMTU, Paulo Bombassaro, foram acrescidas algumas obrigações às empresas.
''Nós vamos exigir pelo menos 125 pessoas trabalhando na capina e roçagem, o que representa 50% a mais que hoje. Além disso, cada empresa terá que deixar um carro à disposição da fiscalização da CMTU e ficará responsável pelo destino final dos resíduos'', contou Bombassaro.
A roçagem de terrenos públicos urbanizados gera, em média, 20 toneladas de resíduos por dia. Uma das alternativas será a transformação do material em adubo - via processo de compostagem.
Bombassaro explicou que a ideia inicial de integrar a varrição urbana no mesmo contrato foi descartada porque a empresa Ecossystem tem prazo até julho para explorar o serviço.
A CMTU já está iniciando os trâmites burocráticos para elaboração do edital visando a contratação emergencial, por 180 dias, da empresa responsável pela coleta de lixo domiciliar.
O contrato com a terceirizada Qualix termina em abril.


