NOTAS
Troca de cargo
O vice-prefeito de Foz do Iguaçu, Cláudio Rorato (PMDB), assumiu ontem a prefeitura. Pré-candidato a deputado federal, o peemedebista responderá pelo Executivo durante as férias do prefeito Sâmis da Silva (PMDB), que deve retornar em fevereiro. A troca de cargos quebra um ciclo que já durava cinco anos.
Racha
Desde 1997, o vice-prefeito de Foz não assumia a prefeitura. Durante a legislatura passada, o prefeito Harry Daijó (PPB) permaneceu o mandato inteiro sem tirar férias para não dar oportunidade do seu vice, Paulo MacDonald (PDT), assumir a vaga. Tudo por causa de um racha interno ocorrido no começo da administração.
Balanço
O prefeito de Ponta Grossa, Péricles de Holleben Mello (PT), concede hoje uma entrevista coletiva para fazer um balanço do seu primeiro ano de administração. Mas a informação mais esperada o resultado da auditoria feita pela Fundação Getúlio Vargas nas contas da prefeitura durante a gestão de Jocelito Canto deve mesmo ficar para 2002.
Só promessas
Dessa forma, o prefeito termina o ano sem cumprir uma de suas promessas de campanha: a transparência. O resultado da auditoria está em suas mãos há mais de um mês.
Briga
O comerciante Miguel Bloom, do município de Ipiranga, está acusando o prefeito da cidade, Roberto Gomes de Lima (PSDB), de invadir a casa de sua mãe para ameaçá-lo de morte. A invasão aconteceu na tarde da terça-feira. Segundo a esposa do comerciante, Janete Bloon, o prefeito portava uma arma e xingou seu marido com palavras de baixo calão.
Motivo
O motivo que provocou a ira do prefeito teria sido um telefonema anônimo que ele recebeu e que julga ter sido dado por Bloon. A invasão, que terminou em socos e pontapés, só terminou com a chegada da polícia. Ontem, os envolvidos passaram o dia na delegacia prestando depoimentos.
Sumido
Quem anda ''sumido'' de Londrina é o ex-diretor-financeiro da extinta Comurb (atual CMTU), Eduardo Alonso de Oliveira. Ele foi o autor das primeiras denúncias de corrupção durante a administração do ex-prefeito Antonio Belinati (PL), no chamado escândalo AMA-Comurb. Oficialmente, o rombo na administração de Belinati chega a R$ 20 milhões.





