Durante as investigações da CEI do Seguro, o controlador-geral do Município, Sinival Osório Pitaguari, afirmava que a recomendação do grupo de parlamentares definiria as ações da administração em relação ao Grêmio dos Operários. Ontem, Pitaguari não definiu o que será feito daqui por diante: ''A princípio, nosso objetivo não é retomar para o Executivo a função de estipulante do seguro. Mas assim que recebermos oficialmente o relatório da Comissão, vamos discutir a sugestão com os vereadores'', ponderou.
Pitaguari negou que a Prefeitura tenha sido omissa na fiscalização do repasse, embora um funcionário da Gestão de Informações Funcionais da própria administração, em depoimento à CEI, tenha argumentado que houve falhas nesse sentido.
''Nós temos tomado as providências necessárias para resguardar o segurado, tanto que, quando o Grêmio foi posto este ano sob suspeição, efetuamos os repasses diretamente para a Real'', justificou. Entretanto, o controlador informou que o pagamento à seguradora deixou de ser feito em setembro, uma vez que ''o próprio Grêmio nos avisou que quer voltar com a apólice da Bradesco''. Nesse caso, complementou Pitaguari, os valores descontados da folha de pagamento do servidor estão sendo depositados em juízo. ''Aí a entidade terá de definir se paga a uma seguradora, ou a outra. Nossa parte, fizemos''. (J.G.)

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