Noronha espera revogação de sua prisão temporária
Noronha espera revogação de sua prisão temporária Rubens Burigo Neto De Curitiba O ex-delegado-geral da Polícia Civil João Ricardo Képes Noronha, acusado de envolvimento com o tráfico de drogas em Curitiba e com prisão temporária decretada pela Justiça, continua foragido. O advogado de Noronha, Luiz Alberto Machado, aguarda para hoje à tarde um despacho da Central de Inquéritos respondendo ao pedido de revogação de prisão, solicitado por ele na semana passada. Se a resposta for negativa, Machado adiantou que vai solicitar ao Tribunal de Alçada habeas corpus preventivo. Ontem pela manhã, se apresentaram ao delegado Clóvis Galvão, que responde pela Delegacia de Investigações Criminais (DIC), mais dois investigadores da Polícia Civil acusados de participação no crime organizado no Estado. Moacir Albuquerque e Oswaldo Alves da Veiga foram acusados durante os depoimentos prestados à CPI do Narcotráfico. Eles assinaram o termo de reconhecimento da prisão temporária e foram encaminhados para as celas especiais da Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos (DFRV), no bairro Vila Izabel, em Curitiba. Lá também estão presos os policiais civis Altair Ferreira Pinto (o Taíco), Ezequiel de Barros, Paulo César Rodrigues e Paulo César Serafim (o Paulo Paulada). O delegado Kiyoshi Hattanda está detido na Divisão de Segurança e Investigações, no centro da cidade. Ainda não foram cumpridos os mandados de prisão temporária contra o delegado Mário Ramos (ex-Cope) e dos investigadores Edson Clementino da Silva, Homero Andretta Baggio, Marco Antônio Germano e Mauro Canuto Machado.





