No Senado, vaga é prevista
Curitiba - A vaga de suplente, porém, não pode ser sempre ''planejada''. Para o Senado, os candidatos obrigatoriamente precisam registrar um suplente. Mas, no caso dos deputados estaduais e federais, os suplentes são definidos após o resultado nas urnas. Ou seja, são aqueles candidatos dos partidos ou coligações que não conseguiram ser eleitos - mas que podem ser chamados, por ordem de votos, dependendo de situações provocadas pelos titulares.
A suplente em exercício na Câmara Federal Selma Maria Schons (PT/PR) conta que nem teve ''tempo de passar pela experiência de suplente''. A parlamentar assumiu o cargo de deputada federal logo no início de 2003, com a renúncia do seu titular, Jorge Samek (PT/PR). Ex-vereadora de Ponta Grossa, ela acredita no entanto que um suplente em exercício consegue trabalhar no cargo apenas se tiver ''autonomia para constituir equipe''.
Nas últimas eleições à Câmara Federal, em 2002, ela obteve 36.166 votos. Jorge Samek conquistou 114.659 votos. A parlamentar agora concorre novamente ao cargo de titular na Câmara Federal.
Atualmente, entre as 30 vagas de deputados federais do Paraná, quatro estão sendo ocupadas por suplentes, entre temporários e definitivos. Já entre os 54 cargos de deputados estaduais, apenas um está ocupado por um suplente temporário, Antonio Anibelli (PMDB), que entrou no lugar do parlamentar Mário Sérgio Bradock (PMDB). Nas urnas em outubro, suplente e titular novamente disputam por uma vaga na Assembléia Legislativa. (C.S.)





