Curitiba - Enquanto a AL do Paraná pode nomear até 12 comissionados para cada uma de suas 19 comissões permanentes, o que daria um total de 228 cargos, o Legislativo do Rio Grande do Sul trabalha com três comissionados para cada uma das suas 12 comissões permanentes, num total de 36 cargos. Lá, as comissões também contam, cada uma, com um servidor efetivo. ''Ele é responsável pela parte burocrática do trabalho'', explica Alexandre de Oliveira, diretor do Departamento de Gestão de Pessoas.
À frente da Superintendência Administrativa e Financeira no Legislativo gaúcho, Jorge Luís Tonetto reconhece, contudo, que a Casa precisaria melhorar a estrutura das comissões. Mas, para ele, a questão não gira em torno apenas da quantidade de cargos: ''Precisamos ter pessoas qualificadas para apontar as questões complexas. Caso contrário, as comissões ficam pobres''.
Já o número de comissões no Rio Grande do Sul, contudo, pode até ser reduzido. De acordo com Tonetto, existem comissões ''que não têm o eco que se pretende''. ''Estamos justamente agora retomando a discussão sobre quais comissões devem existir.''
No Paraná, as reuniões da Comissão de Constituição e Justiça, que analisa a legalidade de todos os projetos de lei protocolados, são transmitidas ao vivo pela TV Sinal (TV Som Imagem e Notícias da Assembleia Legislativa), mas o trabalho das demais comissões não tem a mesma divulgação. (C.S.)

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