A reportagem fez uma ronda por alguns postos de atendimento de saúde em Londrina. Durante as visitas não foram encontrados maiores problemas na prestação do serviço, que mesmo de forma paliativa, continua normalmente. O gerente médico do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Elandio Câmara, afirmou que a unidade ainda está vivendo um período de adaptação, porém, ''nenhum serviço deixou de ser prestado para a comunidade'', afirma.
Segundo Câmara, quando os funcionários que atendiam pelo Instituto Atlântico saíram - no dia 2 de junho - a Secretaria Municipal de Saúde enviou servidores para cumprir as funções. ''São 121 funcionários que saíram e a secretaria completou quase todo esse número, com servidores próprios para atender a unidade'', confirmou.
Quando questionado sobre esses funcionários que devem retornar ao postos de trabalho recontratados pela Prefeitura, o médico disse que será importante esse retorno. ''Não sabemos ainda quantos irão querer voltar. Os servidores que estão tocando o serviço tem sim capacidade técnica para desempenhar suas funções, porém a outra equipe já estava totalmente habituada'', revela.
Câmara afirmou que já foi montada uma escala para que os funcionários voltem a trabalhar já no próximo sábado. ''Eles devem ficar por 90 dias, que é o período determinado pela secretaria (de saúde), depois novas providênmcias devem ser tomadas'', afirmou. Sobre os servidores que foram encaminhados para atender ao SAMU, o médico disse que vai haver um novo remanejamento de pessoal. ''Os que estão trabalhando em regime de horas extras, imagino que, devem ser relocados em suas funções de origem. Quanto aos outros vamos encontrar meios de decidir quem fica e quem sai'', concluiu.
Também foram visitados a Policlínica Municipal e a Unidade Básica de Atendimento do Jardim Leonor. Em ambos postos de serviço não foi possível falar com os responsáveis, contudo, foi confimado por alguns funcionários que os serviços estão sendo prestados ''da mesma maneira''.

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