Para o presidente da CMTU, André Nadai, a denúncia de superfaturamento na compra das lâmpadas com tecnologia led não tem o menor fundamento. ''Eu quero que provem isso'', afirmou ao ser informado sobre a ação popular, deixando claro que tomará as medidas necessárias ''se não provarem''.
Nadai concorda que os preços para a compra das lâmpadas em Londrina realmente foram maiores que em outras cidades em função das especificações publicadas no edital para o pregão. Segundo ele, o material usado em Londrina é de melhor qualidade e o prazo de garantia é de 7 anos enquanto nas outras cidades é de 5 anos. ''Em outra cidade o produto ficou mais barato, mas a especificação é igual, a qualidade é igual?'', indaga.
Ele diz que foi questionado por várias pessoas, inclusive pelo Ministério Público, sobre o valor das lâmpadas e que não tem o que esconder sobre o assunto. ''Estou à disposição para esclarecer qualquer dúvida de quem quer que seja em relação a isso'', afirmou.
Segundo ele, a comparação não pode ser tão simplista pegando apenas a tecnologia do produto como referência. De acordo com Nadai, nas outras cidades citadas na ação, a exigência é que cada ''bolacha'' (cor) do semáforo tivesse entre 50 a 70 pontos de led, enquanto em Londrina o mínimo exigido foi de 100 pontos. (E.A.)

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