'Nanicos' esperam ajuda de companheiros
Curitiba - Os candidatos que concorrem ao governo do Estado por partidos menores também devem se deparar com percalços na hora de arrecadar dinheiro para campanha. Porém, o problema deles é o mesmo de todas as eleições: a menor capacidade de voto deles e não a nova legislação. A esperança dos ''nanicos'' é conseguir fundos com aqueles que possuem afinidade ideológica. ''Vão ser aquelas pessoas que acreditam na nossa proposta'', afirmou o candidato ao governo do Estado pelo PSL, Antonio Roberto Forte. O PSL declarou um teto de R$ 1 milhão em gastos de campanha no TRE.
O menor teto foi registrado no TRE pelo candidato ao governo do Estado do Partido da Causa Operária (PCO), Ivo Souza: R$ 30 mil. ''Não precisa ter milhões para mostrar as propostas. Se usar bem o tempo e o dinheiro que temos é possível mostrar o que queremos'', explicou. Souza espera juntar o dinheiro com rifas, jantares e doações. ''Nosso dinheiro vai vir do trabalhador. E por isso é menos que dos outros. Tem alguns empresários que ajudam, mas também são valores pequenos'', justificou. (A.B.)





