Mulher vota em mulher
Das 250 entrevistadas, 62% afirmam que mulher vota em mulher contra 37,6%. Apenas 0,4% não soube responder. Mais da metade delas, 52,4%, costuma dar preferência a uma candidata do mesmo sexo na hora de depositar o seu voto; 43,2% levam em conta a candidata; e 4,4% não souberam responder. Questionadas sobre a performance das mulheres na administração pública, 63,6% das consultadas acham que mulher é melhor que o homem; 34,8% que não há diferença; 0,4% que é pior; e 1,2% não soube responder.
As principais qualidades apontadas pelas detentoras de mandato ou cargos nas mulheres frente à administração pública foram: a sensibilidade (53,2%); honestidade (51,2%); capacidade (38,8%); racionalidade (16,8%); conhecimento (8,4%); e probidade (6,4%). Para 5,6% das entrevistadas não existe diferença com os homens.
A lei de autoria da deputada federal Marta Suplicy (PT-SP), que reserva vagas para as mulheres concorrerem nas eleições, divide as entrevistadas pela Alvorada Pesquisa. Do total, 56% são favoráveis; 43,6% são contra; e 0,4% não soube responder. A maioria esmagadora (75,6%) deseja que a cota prevista pela lei Marta Suplicy suba para 50%; e 7,2% para 40%. (L.D)





