MPF reforça que não houve vazamento
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segunda-feira, 13 de outubro de 2014
Reportagem Local 
Curitiba - Depois do juiz federal Sérgio Moro esclarecer, na última sexta-feira, que não existe segredo de Justiça no processo que trata dos desvios de dinheiro público das obras da refinaria da Petrobras em Pernambuco, os procuradores integrantes da força-tarefa do Ministério Público Federal (MPF) que atuam na Operação Lava Jato desde março, também se manifestaram ontem. Em nota oficial, o MPF reforçou que "os procedimentos adotados nas investigações em curso e nas ações penais em instrução seguem os preceitos legais adotados em todas as situações similares na Justiça Criminal de primeiro grau em todo o País".
O órgão ainda ressaltou que "a atuação da Polícia Federal, do MPF e do Poder Judiciário, nos procedimentos decorrentes da Lava Jato que tramitam na 13ª Vara Federal Criminal, é estritamente técnica, imparcial e apartidária, buscando adequadamente elucidar todos os fatos para, se for o caso, serem aplicadas punições a quem quer que sejam os responsáveis". Os procuradores ainda completam que "os depoimentos colhidos nas ações penais como regra são públicos, no propósito de assegurar ao réu julgamento justo e imparcial, não secreto, bem como garantir à sociedade a possibilidade de fiscalização e acompanhamento da atuação do Poder Judiciário e do Ministério Público".


