MPF e CGU barram recursos à Voetur
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sexta-feira, 02 de julho de 2004
Agência Estado 
Brasília - O Ministério Público Federal (MPF) e a Controladoria Geral da União (CGU) conseguiram interromper uma suposta manobra da empresa de turismo Voetur para continuar recebendo recursos do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). A ação da Voetur consistia no fechamento apressado de um encontro de contas, para que o PNUD pague logo um suposto saldo devedor de mais de R$ 800 mil à empresa, antes que a Justiça paralise qualquer movimentação relativa ao contrato. O grupo Voetur e o seu proprietário, Carlos Alberto de Sá, respondem a inquérito aberto pelo MP, sob a acusação de fraudes na emissão de passagens dos projetos do PNUD, até agora estimadas em R$ 30 milhões. Iniciado em 1997, o contrato está extinto desde fevereiro de 2002, mas a empresa continua recebendo recursos.


