Com a manutenção da suspensão da licitação do lixo pelo Tribunal de Justiça (TJ), cujo valor total é de R$ 119 milhões, o Ministério Público e o Observatório de Gestão Pública querem que eventual novo contrato emergencial para o serviço tenha concorrência.
O MP recomendou à Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) que convide para participar da disputa direta pelo menos as 13 empresas que retiraram o edital da concorrência cancelada judicialmente. ''Vamos acompanhar as medidas do município'', disse o promotor de Defesa do Patrimônio Público, Renato de Lima Castro. ''Não é correto que se iniba a ocorrência e se prejudique o interesse público em razão de um equívoco do município na elaboração do edital'', comentou o presidente do Observatório, Waldomiro Grade.
O Observatório apontou que o edital estaria superestimando em 23% a quantidade de lixo produzida em Londrina, estudo que foi utilizado na ação pelo MP, que também sustenta que o atual contrato emergencial é mais vantajoso economicamente do que a própria licitação.
Em nota, a CMTU informou apenas que estuda que medidas judiciais irá tomar diante da decisão do TJ.

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