A Promotoria de Justiça da Cidadania propôs ontem abertura de ação civil de responsabilidade contra os ex-prefeitos Paulo Maluf (PPB) e Celso Pitta (PSL). Eles são acusados de improbidade administrativa por terem contratado sem concurso público um grupo de seis assessoras e secretárias de confiança. As contratações ocorreram por meio da Companhia de Processamento de Dados do Município (Prodam) e da Anhembi Turismo e Eventos, entre 1993 e 2000.

Além de Maluf e Pitta, são citados na ação o ex-secretário de governo Edevaldo Alves da Silva e as contratadas. O MP pede a condenação solidária de Maluf, Pitta e Edevaldo para ressarcirem integralmente o dano ao erário, além da suspensão de seus direitos políticos de cinco a oito anos e pagamento de multa de até duas vezes o valor do prejuízo.

O assessor de imprensa de Maluf, Adilson Laranjeira, rebateu a acusação. ''Não há nenhum documento sequer assinado pelo ex-prefeito Maluf autorizando a contratação de quem quer que seja em qualquer empresa ligada à administração municipal'', afirmou.

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