O Ministério Público anunciou ontem que vai pedir a quebra do sigilo bancário de todas as empresas grupo OK, de propriedade do ex-senador Luiz Estevão, e de contas do grupo Monteiro de Barros que ainda não foram investigadas. Estes dois grupos receberam parte dos R$ 169 milhões desviados da obra superfaturada do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de São Paulo. Nos novos pedidos de quebra de sigilo bancário, o Ministério Público vai solicitar ao Banco Central que aponte até o terceiro beneficiado – pessoa física e jurídica – que recebeu recursos das empresas dos grupos OK e Monteiro de Barros.

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