MP não descarta pedir prisões preventivas
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quarta-feira, 18 de maio de 2011
Vinícius Zanin <br>Reportagem Local 
Vence hoje o prazo da prorrogação de nove prisões temporárias, dos 14 presos pela operação Antissepsia. A promotoria não descartou a possibilidade de que sejam requeridas à Justiça, a conversão de prisões temporárias em preventivas. Porém, não revelou de quem, e nem quantas devem ser pedidas.
Diante da possiblidade de continuar mais alguns dias detido, o ex-procurador jurídico do Município, Fidélis Canguçu, protocolou, por meio de seu advogado, Fernando Henrique Oliveira, um pedido de habeas corpus junto ao Trubunal de Justiça (TJ). O pedido foi distribuído ontem e já está sob a tutela do desembargador da 2 Câmara Criminal do TJ, Lídio José Rotoli de Macedo. O pedido de soltura envolve também o nome da esposa de Fidélis, Joelma Aparecida da Silva, presa junto com o ex-procurador o último dia 10.
Estava agendada para ontem a oitiva de dois detidos, Flávio Martins e Antônio Carlos Martins, que foram presos essa semana. De acordo com informações do Ministério Público (MP), um dos acusados teria necessitado de atendimento médico, e por esse motivo não pôde comparecer a sede do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). De todos os que foram detidos pela operação Antissepsia, apenas os dois ainda não prestaram depoimento oficial ao Gaeco.


