O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Londrina, Elizandro Pellin, negou ontem que tenha se articulado com o ex-prefeito de Londrina Barbosa Neto (PDT) para atacar o Gaeco. A suposta ligação entre os dois foi levantada numa interceptação telefônica, feita com autorização judicial e juntada à denúncia do MP encaminhada ao TJ, na tentativa de demonstrar como estaria atuando Barbosa, mantendo ainda uma rede de relacionamentos, mesmo depois de ter sido cassado no final de julho.
Na conversa, Pellin e Barbosa conversam sobre o trancamento, no TJ, de uma investigação pedida pelo Gaeco contra o presidente da OAB e o advogado Paulo Nolasco, por suposta injúria e difamação. ''Exatamente naquele dia em que houve a decisão do TJ, recebi uma ligação no meu celular e depois retornei e era o ex-prefeito. E a única coisa que coloquei para ele foi sobre isso, o trancamento da investigação, assim como fiz com muitas outras pessoas naquele dia'', afirmou Pellin.
Conforme o presidente da OAB, ''dizer que estamos mancomunados é odioso e reflete a forma de atuação deles (Gaeco)''. Os promotores não quiseram comentar as declarações de Pellin. (E.F.)

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