MP arquiva caso das vacinas
PUBLICAÇÃO
quarta-feira, 31 de julho de 2013
Loriane Comeli<br>Reportagem Local 
O promotor de Defesa do Patrimônio Público de Londrina, Renato de Lima Castro, arquivou procedimento instaurado há pouco de mais de um mês para avaliar possível ilegalidade na compra de vacinas para funcionários da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU).
O entendimento é de que não houve prejuízo uma vez que o presidente da companhia, Carlos Alberto Geirinhas, que autorizou a compra de 212 doses, ressarciu os cofres da CMTU em R$ 4.550, referentes a 91 vacinas aplicadas em funcionários que exercem atividades internas. O gasto total da companhia foi de R$ 10,6 mil.
Para o promotor, não houve ilegalidade na compra das doses para os empregados com atividade externa, como agentes de trânsito e fiscais de postura. Já em relação às doses para os agentes internos, Castro entendeu que o ressarcimento "demonstra boa fé do administrador público, além de não se mostrar razoável a propositura de ação civil diante da existência de princípios que, na hipótese, aparentemente são colidentes (economicidade e impessoalidade e a eficiência)".
O arquivamento foi encaminhado ao Colégio Superior do Ministério Público para deliberação.


