MP amplia prazo para conclusão de caso de grampo
Agência Estado
Do Rio de Janeiro
O Ministério Público Federal (MPF) concedeu ontem mais 30 dias para que Polícia Federal (PF) conclua o inquérito que investiga o grampo telefônico feito no BNDES durante o processo de privatização da Telebrás. Mas o delegado Rubens Grandini, que preside a investigação, já antecipou a procuradores que acompanham o caso que espera concluir o trabalho em, no máximo, dez dias se não surgir nenhum fato novo que leve a novos depoimentos, diligências e perícias. O novo prazo começou a contar ontem.
Até a próxima semana, a PF espera receber os resultados de algumas perícias fundamentais para a elaboração do relatório final do inquérito. Uma está sendo feita em um computador apreendido na residência do engenheiro Nelsino Drozczak da Silva, acusado pelo ex-policial federal Célio Areas da Rocha de ser sócio do funcionário da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) Temílson de Resende, o Telmo, apontado como principal suspeito de fazer a interceptação telefônica. Outro laudo que a PF aguarda é o do rastreamento de telefones que eram usados por João Guilherme Maia.





