São Paulo - Desde que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), aceitou o pedido de impeachment contra Dilma Rousseff no último dia 2, movimentos pró e contra a deposição da presidente da República se organizam para tentar animar as mobilizações de rua. Em ambos os lados, as redes sociais são instrumento importante de comunicação. A primeira temperatura da força que as manifestações podem ter vai ser medida neste domingo. Os três principais movimentos anti-Dilma (Vem Pra Rua, Revoltados Online e Movimento Brasil Livre) vêm de manifestações frustradas nos últimos meses e apostam numa mudança de cenário motivada pelo efeito prático de o impeachment ter começado a ser analisado no Congresso Nacional.
Há dezenas de eventos criados no Facebook. O maior evento, ligado ao Vem Pra Rua, com horários e locais marcados para diversas cidades do País, conta até aqui com 188 mil convidados e 10 mil que dizem que participarão.
O principal evento do Movimento Brasil Livre tem como mote "esquenta pelo impeachment", sem local definido, conta até agora com 54 mil convidados e 3,2 mil que dizem que comparecerão. E o principal evento ligado à página do Revoltados Online, com a mensagem "vamos enterrar o 13" e encontro marcado na Avenida Paulista, em São Paulo, tem até o momento 51 mil convidados e 2,8 mil de ‘comparecerão’.
Políticos de oposição, especialmente do PSDB e do DEM gravaram depoimentos em vídeo chamando para a manifestação do domingo.

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