Motorista reclama do atendimento da Econorte
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domingo, 30 de novembro de 2003
Carolina Avansini<br> Reportagem Local 
Um motorista de Cambé (13 km a oeste de Londrina) acusa a Econorte, concessionária de um trecho da rodovia BR-369, de ter demorado para oferecer socorro na área da estrada que é de responsabilidade da empresa. Sílvio Aires de Melo Filho relatou que sua van Sprinter quebrou por volta das 2 horas da madrugada em um local próximo a Cornélio Procópio.
Ele ligou para o serviço de emergência da Econorte, contou o problema e ficou esperando o guincho, que não apareceu. ''Só fui socorrido depois das 6 horas, quando um carro da própria Econorte passou. Segundo me disseram, eles não enviaram o guincho antes porque pensaram que meu telefonema tinha sido trote'', comentou.
Após a chegada do guincho, Sílvio pediu para ser transportado até Ibiporã, mas os funcionários explicaram que a norma da empresa só permitia levar até o posto de combustível mais próximo. Ele aceitou mas, segundo contou, foi surpreendido na praça de pedágio de Jataizinho com a cobrança de duas taxas de pedágio: uma referente ao seu carro e outra do guincho.
''Me recusei a pagar. Eles chamaram a Polícia Rodoviária e decidiram deixar meu carro antes da praça'', disse ele, que, ontem de manhã, continuava no local à espera um mecânico particular. ''Trabalho com transporte de passageiros e pago pedágio há quatro anos. Quando preciso, não sou atendido'', reclamou.
A Econorte negou a versão contada pelo motorista. Rodrigo Adriano da Silva, operador do centro de controle operacional da empresa, disse que a ocorrência foi feita às 4h59, quando uma viatura passou pelo local. Afirmou, ainda, que Sílvio foi prontamente atendido. Sobre a cobrança do pedágio, Silva informou que é cobrada a taxa do veículo socorrido. O guincho da empresa é isento.


