‘Moralização? Povo
quer ver para crer’,
afirma protético
O prefeito Pedro Sônego e os vereadores que derrubaram Ricardo Luzetti garantem que pretendem moralizar a coisa pública, valorizar os R$ 500 mil de arrecadação mensal média e pagar em dia os 400 servidores, que consomem R$ 200 mil.
A população acompanha tudo com cautela. O protético Edson Bachega pode ser um representante legítimo desta expectativa: ele afirma não ter ligações com o grupo dominante atual ou o anterior. ‘‘Ao contrário: sempre estive na oposição, como homem do PT’’. Ele já presidiu o partido.
Bachega diz que ‘‘havia motivos suficientes’’ para a cassação de Luzetti. ‘‘Mas, moralização, não sei se vai mesmo acontecer’’. Ele justifica o ‘‘pessimismo’’ observando que a maior parte das pessoas que agora manda era aliada de Luzetti. ‘‘O Luzetti saiu por causa de um esquema de luta pelo poder’’, afirmou, ao lembrar da hipótese de que Sônego pudesse ser preterido como candidato à sucessão de Luzetti. ‘‘O que sei é que, definitivamente, precisamos de um basta a tanta lambança em nosso município.’’ (P.P.)

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