A declaração das doações de recursos com os devidos valores e fontes emissoras feita durante a campanha eleitoral é um aspecto essencial deixado de fora da minirreforma eleitoral. A avaliação é do diretor-executivo da ong Transparência Brasil, Cláudio Abramo, para quem as proibições de showmícios, distribuição de brindes e de afixação de outdoors - pontos principais das mudanças determinadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) - são questões meramente paliativas.
''Essa reforma é em gotas, o que é muito ruim de um modo geral. O fundamental, que seria a declaração durante as campanhas, com seus respectivos doadores, ficou de fora - isso mostraria os interesses em jogo, essa seria de fato a inovação. Mas recuaram'', lamentou.
A Transparência Brasil é uma organização independente, fundada em abril de 2000 por um grupo de indivíduos e ongs comprometidos com o combate à corrupção. É associada à Transparency International (TI).

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