Tel AvivA rebelião de um grupo cada vez mais numeroso de militares israelenses que se recusam a prestar seu serviço nos territórios palestinos continua, apesar das pressões políticas, das ameaças do estado-maior e das penas de prisão a que se arriscam. ‘‘Somos já 331 militares e a lista de apoio assinada por cidadãos inclui 7.000 nomes’’, afirmou à AFP Amit Meshiah, um dos responsáveis pelo movimento.
Tudo começou quando 52 oficiais e soldados de reserva anunciaram no dia 26 de janeiro que se opunham a partir de então a servir nos territórios jpalestinos.
‘‘Não continuaremos lutando além da linha verde (que separa Israel da Cisjordânia) com o objetivo de oprimir, expulsar, matar de fome e humilhar um povo inteiro’’, escreveram na ocasião.

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