Mesa elege reforma da Câmara como prioridade
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quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
Luís Fernando Wiltemburg<br>Reportagem Local 
Recém-empossados como presidente e vice-presidente da Câmara de Londrina, Professor Fabinho (PPS) e Elza Correia (PMDB) já elegem a reforma do prédio do Legislativo uma necessidade imperiosa. Para eles, a manutenção do local é um ato de responsabilidade ao evitar acidentes que possam ocorrer devido à precariedade dos materiais.
Inaugurada em 1977, a sede do Legislativo já não comporta uma ampliação do quadro de servidores, o que será necessário, segundo os vereadores, para dar suporte para as comissões permanentes, que passarão a ter reuniões abertas à população.
Com isso, improvisos são adotados. O gabinete ocupado pelo ex-presidente Rony Alves (PTB) fica em um banheiro adaptado. A rede de informática cai com frequência, a fiação elétrica está desgastada e o painel de votação apresenta problemas e ficou desligado no fim do ano passado.
Faltam salas de reunião e todos os gabinetes são apertados. "Eu tenho cinco assessores e quatro mesas", exemplifica Elza. Além disso, os móveis não são adequados para o pequeno espaço. O gabinete dela, aliás, não a protegeu da chuva de anteontem. "Entrou água e molhou documentos", conta. Para ela, a sociedade compreenderá os gastos se forem feitos com transparência.
Ainda no ano passado, Rony pretendia uma reforma na sala de sessões, mas não vingou. O local acaba abafado porque os aparelhos de ar-condicionado não dão conta do espaço e a Câmara está licitando climatizadores.
Fabinho afirma que pretende ter, até sexta-feira, uma previsão do que será necessário executar para poder levantar quanto deve ser investido. "Não é para o conforto do vereador, mas cuidado com o patrimônio do município. A reforma é algo que não tem mais como adiar." A construção de um anexo, entretanto, ficou fora dos planos.


