Mérito ou indicação política?

Com a nomeação da professora Estela de Fátima Camata Lopes Mendonça para o comando do Núcleo Regional de Educação de Londrina, a Secretaria Estadual de Educação foi questionada se aplicaria testes seletivos para a escolha dos demais chefes de núcleos regionais. Em nota a Seed descartou a prática. "As nomeações de chefes de Núcleos Regionais e de Assistentes Técnicos de Núcleo Regional foram definidas pelo Secretário da Educação, Renato Feder, e aprovadas pelo Governo do Estado do Paraná", afirmou.

Historiadora já assumiu

Estela de Fátima Camata é cambeense, graduada em História pela Universidade Estadual de Londrina, especialista em Administração, Supervisão e Orientação pela Unopar. Esteve na Direção do Colégio Estadual Attílio Codato, de Cambé, de 1995 a 2003. Também possui formação continuada no Programa de Desenvolvimento Educacional (PDE) e Mestrado em História Social na Linha de Ensino pela UEL.

Licitação na Câmara Municipal

A Câmara Municipal de Londrina concluiu o edital que prevê a compra de equipamentos de informática. O valor total ficou em R$ 442 mil. A abertura das propostas está marcada para o dia 25 de janeiro na própria sede da Câmara, que, neste ano, deve passar por uma reforma. Mais informações pelo e-mail [email protected] ou nos telefones 3374-1312 e 3374-1273.

E ano contará com retorno de Madureira

O presidente da Fundação de Esportes de Londrina, Fernando Madureira (PTB), afirmou em entrevista a Rádio Paiquerê que pretende retomar o mandato na Câmara Municipal de Londrina. Eleito com 4.333 votos, Madureira foi nomeado para a pasta, cedendo a vaga a Tio Douglas (PTB), que também acabou sendo recrutado pelo prefeito Marcelo Belinati (PP) na administração municipal. Ao assumir a Acesf, Tio Douglas cedeu a vaga no Legislativo ao suplente Jamil Janene (PP), que recebeu 2.194 votos e deve deixar o cargo com o retorno de Madureira.


Abaixo-assinado contra votação secreta
Já ultrapassa as 550 mil assinaturas o abaixo-assinado virtual que pede votação aberta para os cargos de presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado. Após decisão do Ministro Dias Tóffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal, que autoriza o voto fechado, um vídeo que circula pelas redes sociais do procurador da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol, incentiva os internautas a aderirem à campanha. Nele, Dallagnol afirma que a eleição "às escuras" favorece a eleição de "enrolados" com Justiça em um contexto onde o ministro Sérgio Moro pretende enviar ao Congresso projetos para endurecer o combate à corrupção. "O voto secreto, no meu entendimento, contraria a Constituição Federal, que determina a regra de transparência e de publicidade. Mais ainda, o voto secreto impede que senadores e deputados prestem contas da sua atuação", afirma.


Vexame internacional
O deputado federal Rubens Bueno (PPS) disse nesta segunda-feira (14) que a imagem do Brasil ficou arranhada com a prisão de Cesare Battisti na Bolívia. O ex-terrorista foi preso no último sábado (12) por policiais locais e da Itália, quando passeava em uma rua movimentada em Santa Cruz de La Sierra. No Brasil desde 2004, Cesare Battisti fugiu do País após a eleição do presidente Jair Bolsonaro, que prometeu extraditá-lo. "O Brasil passa por vexame internacional neste episódio. Demoraram muito tempo em decidir sobre essa questão. Só agora ele foi preso na Bolívia por policiais locais e italianos", criticou.


Bandeira
Rubens Bueno preside o Grupo Parlamentar Brasil-Itália e é autor de pedido ao ex-presidente Michel Temer para extraditar Battisti "imediatamente" do país, depois da decretação da prisão, determinada pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), em dezembro passado. Desde 2007, Bueno trabalha com os governos dos dois países para viabilizar o envio de Battisti de volta para a Itália, onde foi condenado à prisão perpétua por quatro homicídios na década de 1970, quando integrava o grupo Proletários Armados pelo Comunismo, um braço da Brigadas Vermelhas.

Gregos e troianos

O presidente da Câmara e candidato a mais um mandato à frente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta segunda-feira (14) que tem "conversado e firmado compromissos" com partidos e parlamentares da base do governo de Jair Bolsonaro, assim como opositores. "A presidência da Câmara não é de governo nem de oposição. Quanto mais representativo o comando da Casa, mais independente e altivo o Legislativo", escreveu o parlamentar em sua conta oficial no Twitter.
Os partidos que já declararam apoio a Maia, incluindo o PSL, de Jair Bolsonaro, superam os 257 votos necessários para ele vencer o pleito ainda no primeiro turno. Outros nomes cotados na disputa são o paranaense Ricardo Barros (PP), Fábio Ramalho (MDB-MG), JHC (PSB-AL), Arthur Lira (PP-AL), Marcelo Freixo (PSOL-RJ) e Capitão Augusto (PR-SP).

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