MENSALÃO - Plenário da Câmara absolve José Janene
O plenário da Câmara dos Deputados manteve o mandato do deputado José Janene (PP-PR) no processo de cassação. Foram 210 votos favoráveis à cassação e 128 votos contrários, cinco em branco e 23 abstenções, totalizando 366 votos. Para que o deputado fosse cassado, eram necessários 257 votos. Janene, que não se candidatou à reeleição nas eleições deste ano, é um dos deputados acusados de se beneficiar do esquema do que ficou conhecido como mensalão, em que parlamentares supostamente recebiam dinheiro para votar a favor de matérias de interesse do governo. O processo de cassação de Janene chegou ao fim quase 14 meses depois de iniciada a investigação sobre a suposta participação dele no mensalão e a 16 dias do início do recesso parlamentar. Janene foi apontado como beneficiário de R$ 4,1 milhões do valerioduto. O deputado admitiu apenas ter intermediado o repasse de R$ 700 mil para pagar honorários do advogado que à época defendia um ex-deputado da sigla, Ronivon Santiago (AC). Embora o Conselho de Ética e de Decoro Parlamentar da Casa tenha aberto processo contra o deputado em meados de 2005, manobras dos advogados dele e sucessivas licenças médicas atrasaram a decisão do conselho. Somente na semana passada o processo chegou para decisão do plenário. Dos 19 deputados que foram acusados pela CPI dos Correios de terem sido beneficiados com o esquema do mensalão, apenas três foram cassados, quatro renunciaram aos seus mandatos e 12 foram absolvidos.
É um termo que tem sido aplicado na economia, política e ciência política, conduzindo a muitos distintos e não-relacionados campos de ética aplicada, incluindo: ética nos negócios e Marxismo. Também pode ser aplicada à estrutura da família, à sexualidade, e como a sociedade vê o papel dos indivíduos.
É a suspensão de direitos políticos ou de cidadania; perda do mandato parlamentar.
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