Melhorias na prefeitura e CML ficam para o segundo semestre
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sexta-feira, 06 de junho de 2014
Luís Fernando Wiltemburg<br>Reportagem Local 
Prefeitura e Câmara de Londrina se preparam para passar por readequações nas suas sedes no segundo semestre do ano. Enquanto a administração municipal já prevê início de trabalho para novembro, o presidente do Legislativo, Rony Alves (PTB), crê num processo mais rápido, com licitação que pode sair em até um mês.
No caso da administração municipal, o processo está em fase de assinatura de convênio com o Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) para empréstimo de R$ 19 milhões, com contrapartida de R$ 2,1 milhões do município, mas as modificações na infraestrutura só devem ter início em novembro. O empréstimo da instituição financeira terá 96 parcelas para pagar.
O secretário de Gestão Pública, Rogério Dias, afirma que a modernização da rede lógica vai exigir adequação da climatização, o que gera outras necessidades, como a elevação do piso e preparo da rede elétrica para suportar os equipamentos de informática e condicionadores de ar.
De acordo com ele, o maior gasto será com a gestão documental, que vai consumir 31% dos recursos. A reestruturação de rede lógica vai exigir mais 25% do total ou seja, juntos, responderão por dois terços dos gastos, o que corresponde a R$ 12,6 milhões. Também haverá renovação do datacenter, recursos para geoprocessamento e capacitação de servidores.
Apesar do início dos trabalhos previstos para novembro, o prazo para execução de toda a modernização é de três anos.
Do outro lado do Centro Cívico, o presidente da Câmara de Vereadores, Rony Alves, pretende fazer melhorias na rede elétrica, também, aliado a uma reforma no plenário da Casa. De acordo com ele, as melhorias são necessárias primeiramente para eliminar custos. "Sofremos com frequentes quedas de energia e equipamentos como aparelhos de ar condicionado e luzes queimando", relata.
No caso do plenário, ele vê necessidade de readequação dos espaços para os vereadores, que acabam ficando apertados, e acessibilidade e conforto para quem acompanha as sessões. O vereador ainda não tem estimativa de custos, porque o projeto está em elaboração com apoio do Clube de Engenharia e Arquitetura de Londrina (Ceal). Somente após a elaboração de um termo de referência seria possível calcular gastos.


