Em encontro realizado ontem com empresários brasileiros do setor de transporte rodoviário de cargas, a candidata do PT ao Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo, Marta Suplicy, afirmou que se o País recorrer ao Fundo Monetário Internacional (FMI), ‘‘São Paulo vai precisar de uma liderança firme’’ para se ajudar e ajudar o País. Segundo ela, as exigências que o FMI costuma fazer para conceder ajudar financeira em todo o mundo costumam ser ‘‘constrangedoras’’ ao país que assina o acordo.
‘‘Parte do pacote que vem por aí, como aumento de impostos e corte nos gastos com saúde e educação, já foi anunciado’’, comentou. Além de ter de enfrentar as consequências do ajuste, o futuro governador de São Paulo - comentou a candidata petista - terá de administrar uma dívida de R$ 59 bilhões, que o Estado tem atualmente.
Se eleita, Marta Suplicy disse que um de seus primeiros atos no governo do Estado de São Paulo será firmar um pacto entre as forças políticas e sociais paulistas para renegociar a dívida e enfrentar os efeitos da crise. ‘‘Vamos renegociar, mas não às custas do desemprego’’, nem de outros sacríficos, enfatizou a candidata petista.

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