Curitiba - O líder do governo, Natálio Stica (PT), preparou um pedido de urgência para o projeto de Antonio Anibelli (PMDB), mas o requerimento não foi votado por falta de quórum. A bancada de oposição na Assembléia lançou mão de uma manobra regimental comum na Casa: retirar-se do plenário. A oposição solicitou chamada nominal, e apenas 27 parlamentares estavam presentes. É necessário um quórum mínimo de 28 deputados para manter a sessão.
Segundo Stica, há pressa na votação, para que o reajuste seja pago já referente a este mês. A folha de pagamentos, porém, já foi fechada no dia 15, segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Administração e Previdência. O governo tem, no entanto, a possibilidade de rodar uma folha suplementar para encaixar o reajuste.
Na opinião do líder da oposição, Durval Amaral (PFL), não há motivo para se votar em regime de urgência o reajuste dos secretários, se não há dinheiro nos cofres públicos para pagar o aumento dos professores retroativo a fevereiro. O governador Requião vetou o reajuste retroativo previsto no Plano de Cargos e Salários dos professores. O veto ainda não foi votado pela Assembléia. (M.D.)

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