Maluf diz que é perseguido pelo Ministério Público
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terça-feira, 28 de maio de 2002
Renata Gama Agência Estado 
São Paulo - O pré-candidato ao governo de São Paulo pelo PPB, Paulo Maluf, questionou a postura do Ministério Público (MP) em relação às investigações movidas contra ele sobre aplicações feitas pelo banco Deutsche Morgan Grenfell na empresa Eucatex, de propriedade de sua família. O MP apura se houve lavagem de dinheiro.
Segundo Maluf, a perseguição também se estende ao PT. Por que razão, quando é para me investigar, ou até para investigar o PT, os promotores usam uma velocidade de avião a jato, mas quando é para investigar o governo tucano eles não investigam? , questiona.
E cita como exemplo uma matéria publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, do dia 18 de agosto de 2001. O texto diz que o custo do Rodoanel teve um aumento de 70%. Maluf explica que, por lei, só é permitido um aditamento de 25% em cima do material comprado e não sobre o custo deste material.
Quando questionado se este é o mesmo método usado no aumento do preço das obras das avenidas Águas Espraiadas e Jacu-Pêssego, do mini-anel viário e do Bulevar JK, ele diz que a licitação não foi feita em seu governo, mas, sim, no governo Jânio Quadros.


