Maluf depõe e nega acusações do Frangogate
O ex-prefeito paulistano Paulo Maluf (PPB) e sua mulher, Sylvia, depuseram ontem entre 14h e 18h no Decon (Departamento Estadual de Polícia do Consumidor), no inquérito criminal que investiga o Frangogate. Ambos se declaram inocentes e que não tinham nenhuma informação sobre a venda de frangos para a prefeitura por parte de empresas da família Maluf. O preço do frango seria superfaturado.
Os depoimentos foram dados ao delegado Hércules Crespi Filho, do Decon, e acompanhados pelo promotor público que atua no caso, Carlos Eduardo da Matta, do Ministério Público Estadual. Sylvia falou entre 14h e 15h e Maluf, entre 15h e 18h. Maluf e Sylvia estavam acompanhados dos advogados Jamil Mattar e Edevaldo Alves da Silva, que também é secretário de Governo da Prefeitura de São Paulo.
Maluf afirmou no depoimento que não gerenciava a Obelisco Agropecuária, empresa de sua mulher, Sylvia. A empresa vendeu frangos para a A ADoro, que pertence ao irmão de Sylvia, Fuad Lutfalla, que fornecia os frangos para a prefeitura.
Slogan O procurador-geral eleitoral, Geraldo Brindeiro, decide sexta-feira sobre o pedido de suspensão do slogan Brasil em Ação, usado pelo governo na publicidade oficial, em programas e obras. O pedido para ele se manifestar sobre o assunto foi feito pelo corregedor-geral eleitoral, ministro Nilson Naves, que examina a representação em que o PT requer a punição do presidente Fernando Henrique Cardoso pela prática de propaganda eleitoral irregular.
O partido, autor do pedido de liminar para suspender o slogan, alega que o presidente o associa à campanha pela reeleição. (Das agências)





