Cascavel - O delegado Alexandre Macorin, responsável pelas investigações do assassinato do deputado Tiago de Amorim Novaes (PTB), disse ontem que pedirá nos próximos dias a quebra do sigilo telefônico de várias pessoas. Entre elas, os integrantes da quadrilha de Luiz Carlos Bernardes Pires, o Balaio, morto há uma semana em confronto com a polícia, considerado como suspeito pela morte de Amorim.
Macorin acrescentou que a quebra do sigilo deverá se estender a outras pessoas que tinham algum tipo de problema com Amorim, mas não adiantou nomes.

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