Requião negou que o governo e a Copel tenham calculado mal o custo do Luz Fraterna, outro programa oficial, este para dar luz de graça a pessoas carentes. Segundo ele, a previsão é de que o programa custe entre R$ 24 milhões e 30 milhões este ano, conforme anunciado desde o início. Ele negou que a estatal teria feito um recálculo chegando à quantia de R$ 170 milhões este ano. Já Pimentel, disse que não estava preocupado com o valor do programa, uma vez que quem está financiando o programa é o Estado e não a estatal.

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