Fortaleza - ‘‘Dessa vez eu vim prevenida, podem fotografar’’, disse a modelo Luma de Oliveira aos fotógrafos que a cercaram logo que chegou à inauguração da termelétrica de seu marido, ontem em Fortaleza. Imediatamente, ela levantou o vestido curto - com estampa de oncinha - para mostrar o short preto que usava debaixo da roupa.
Em agosto do ano passado, quando esteve na região durante uma visita oficial do presidente Fernando Henrique Cardoso ao Porto do Pecém, o vento forte, característico na região, causou embaraços para Luma ao levantar, a todo momento, o vestido que usava.
A modelo roubou a cena de políticos e do próprio marido, Eike Batista, anfitrião da festa, até nos discursos sobre a termelétrica, rebatizada por Tasso Jereissati de ‘‘Termoluma Senador Carlos Jereissati’’ -o nome da usina é Senador Carlos Jereissati, nome do pai de Tasso.
‘‘Termoluma é o nome que pegou e, pelo que me lembro do meu pai (morto há 39 anos), ele está gostando de ver o seu nome associado à Luma’’, disse o ex-governador.
A termelétrica terá poder de gerar 216 MW, 20% da demanda de energia elétrica do Ceará, e foi construída em apenas quatro meses. A produção irá acontecer com gás natural vindo de Guamaré, no Rio Grande do Norte.
Durante a inauguração, Luma chamou a atenção em outros dois momentos: ao filmar o discurso do marido com uma pequena câmera no meio dos cinegrafistas de TV e dos fotógrafos, que aproveitaram para captar mais imagens da modelo, e ao ser chamada para subir ao palco.
‘‘Mas o que eu vou fazer aí em cima. É para cantar?’’, perguntou Luma ao marido. Só então ele explicou que ela iria apertar o botão para o funcionamento da usina.

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