Brasília - Deputados e senadores poderão ser convocados para trabalhar extraordinariamente, de 20 de janeiro a 14 de fevereiro, período em que a Câmara dos Deputados iniciaria a análise da chamada PEC paralela da Previdência e também as alterações feitas pelos senadores na reforma tributária, a lei de biossegurança e o PPA Plano Plurianual 2004/2007, entre outras proposições. Oficialmente, ainda não há uma definição sobre se o presidente Luiz Inácio Lula da Silva convocará o Congresso.
A pressão para a convocação extraordinária tem sido feita pelos senadores, principalmente porque os líderes governistas no Senado se comprometeram com a oposição que as alterações na reforma da Previdência seriam votadas em um curto espaço de tempo pelos deputados. Como o presidente da Câmara tem se posicionado contrário, o presidente do Senado não tem poderes para convocar sozinho o Congresso. Então, a decisão só poderá ser tomada pelo presidente Lula.
No caso de uma convocação extraordinária, só com os dois salários extras que são pagos, um no início e o outro no final da convocação, aos 513 deputados e 81 senadores serão gastos R$ 16 milhões.

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